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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Produzindo shows em tempo de crise

Vale a pena rever esse post



Financiamento público de projetos culturais – Crowdfunding

O ano de 2015 começa com fortes sinais de crise econômica. Essa crise naturalmente irá afetar o lucro das empresas e conseqüentemente a possibilidade delas investir em cultura através das leis de incentivos fiscais.

Encontrar novos caminhos para financiar seu projeto é a saída de todo artista produtor

Uma das janelas de saída desse gargalo é o chamado crowdfunding, ou financiamento coletivo. Já existem no Brasil várias plataformas, ou melhor, sites que são feitos para apresentarem seus projetos, receberem os recursos que viabilizam a sua realização. Eles cobram uma pequena comissão por esse serviço. Se dentro de um prazo estipulado o financiamento não se concluir em sua totalidade, os recursos são devolvidos para quem patrocinou.

É um jogo limpo que tem feito sucesso em todo mundo. Alem do mais, dá muita independência ao realizador, diferente dos projetos financiados pelas leis de incentivos, onde cada valor gasto tem que ser devidamente explicado, trazendo uma grande mão de obra durante toda a produção.

Cada plataforma tem um estilo, um prazo de captação de recursos, um prazo de dias. Existem plataformas também especializadas como em musica, outras em projetos de vídeo e assim por diante.

Na maioria das vezes a captação acontece com as pessoas conhecidas dos produtores e de pessoas que vieram ao site através da divulgação feita por eles.

Sucesso do Projeto:

5 dicas são fundamentais para o sucesso de seu projeto:

1-Interesse público do projeto
As pessoas gostam de patrocinar projetos que busquem o interesse do grande público


2_Boa apresentação
A boa apresentação é fundamental para a venda de seu projeto. Se você trabalha com arte, tem obrigação de ter um projeto com boa apresentação. Seus possíveis patrocinadores tendem a avaliar seu trabalho pela qualidade de seu projeto de apresentação.


3_ Conteúdo importante
È importante que você defenda a importância cultural de seu projeto. È importante que você demonstre que você e seus parceiros possuem autoridade para realizá-lo, que estudaram, pesquisaram e conhecem bem o que irão fazer.

Continua em www.cursosraizesculturais.com.br


Temas como produção cultural, captação de recursos, crowdfunding, direitos autorais, merchandising, redes sociais, cinema, vídeo, produção executiva, patrocínio comercial, curta metragem, direito trabalhista, prestação de contas, tecnologias, equipamentos, entre muitos outros são assuntos desse curso : http://cursosraizesculturais.com.br/

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Músicas, Shows e Eventos · Festival de Música Clássica segue nesta quarta-feira em João Pessoa


A programação do Festival de Música Clássica de João Pessoa segue nesta quarta-feira (4) com concertos em várias partes da cidade. Logo às 10h, duas masterclasses acontecem na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O festival segue até o sábado (7), com apresentações diárias e gratuitas em vários locais da capital.

Uma masterclass de trompa sera ministrada por Laurens Otto, da Holanda, e uma de fagote por James Aylward, da Australia.

O violista ucraniano Igor Bobylev une-se ao pianista brasileiro, radicado na Alemanha, Paulo Álvares para um recital de duos, às 14h, no Mosteiro de São Bento. Os dois foram convidados para tocar no festival pelo maestro da Orquestra Sinfônica de João Pessoa, Laércio Diniz.

O programa abre com clássicos de Bach, seguidos pela romântica Sonata op 120 de Brahms e cai em Enescu, cuja obra de 1906, Concert Piece, é claramente influenciada por Brahms. Completam o repertório o russo Chandoschkin e Piazzolla.

Às 16h, na Igreja Batista, se apresenta o Quinteto da Paraíba, formado por Yerko Tabilo (1º violino), Caio Freire (2º violino), Ronedilk Dantas (viola), Nilson Galvão Jr (violoncelo) e Xisto Medeiros(contrabaixo). Apresentação tem a participação especial de Helinho Medeiros na sanfona. O programa começa com Antonio Vivaldi e passa por obras de Sivuca, Lenine e Jackson do Pandeiro.

A Igreja do Carmo, às 18h, recebe os intérpretes Eduardo Olloqui, da Espanha (oboé), James Aylward, da Austrália (fagote), Laurens Otto, da Holanda (trompa), Kerstin Kendler, da Alemanha (violino), Barbara Deleu, da Bélgica (flauta), da Samuel Espinoza, Brasil/Chile (viola), e Ana Maria Chamorro, Brasil (violoncelo).

Instrumentistas internacionais, distribuídos em um quarteto de cordas e clarinete, participam, às 20h, de um concerto no auditório da Estação Cabo Branco. A programação vai ser aberta com a famosa obra Burrico de Pau, de Carlos Gomes, seguida pelo Quinteto com clarinete, de Mozart, e terminando com três composições do americano George Gershwin. O variado repertório é uma estratégia do maestro Laércio Sinhorelli Diniz, da Orquestra Sinfônica de João Pessoa, de formar plateias para a música clássica. “As pessoas, de maneira geral, têm a ideia de que a música clássica é inacessível. Vamos mostrar que não é assim”, aposta.



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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Músicas, Shows e Eventos · Espaço Oi Futuro recebe festivais Simbio e Eletronika




Eventos valorizam duas vertentes distintas da arte, a visual e a música eletrônica da atualidade. Programação se estende até fevereiro de 2014
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No dia 30, a banda mineira Constantina vai tocar no EletronikaDois festivais com linguagens complementares ocuparão o Oi Futuro nos próximos meses. Até 2 de fevereiro, o centro cultural no Bairro Mangabeiras recebe a terceira edição do Simbio; e de 28 deste mês a 1º de dezembro, o Eletronika, que comemora seus 15 anos.


SAIBA MAIS...
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Ondjaki recebe Prêmio Literário José SaramagoO primeiro evento é voltado para as artes visuais, com ênfase em projetos colaborativos. Foram convidadostrês coletivos da capital: MIR, Fósforo Coletivo e 425crina!. “Nessa simbiose artística, a pesquisa é um caminho tão interessante quanto o resultado do processo”, afirma Keyla Monadjemi, diretora de produção do festival.

Já o Eletronika faz edição enxuta, voltada para a produção nacional. O curador Marcos Boffa explica que aprogramação retrata a música eletrônica atual. “Ela vive um momento de introspecção. Há um gap da produção underground para a música internacional pop, de David Guetta”, exemplifica. A intenção da curadoria é dar mais espaço à cena experimental brasileira, ainda que alguns gringos tenham sido escalados.

No dia 28, as atrações serão o projeto pernambucano Grassmass e Jan Jelineck & Andrew Pekler, alemães que tocam trabalhos compostos pela musicista Ursula Bogner. A segunda noite apresentará rock pesado, com projetos carioca (Bemônio), paulista (Elma) e britânico (Demdike Stare).

O dia 30 terá atrações mineiras – Barulhista, Rafael Miranda e Constantina – e o grupo paulista Passo Torto. Em 1º de dezembro, o Eletronika apresentará os projetos Pazes (de Brasília) e Opala (do Rio de Janeiro) e o norte-americano James Ferraro.


DE MUDANÇA

Com a mudança do Tribunal de Justiça de Minas Gerais para o prédio da Avenida Afonso Pena, 4.001, a permanência do Oi Futuro no local é incerta. Inicialmente, o centro cultural criado em 2007 – que abrange o Museu das Telecomunicações, duas galerias, teatro, biblioteca e cineclube – funcionaria até dezembro. “Estamos negociando para ficar até o fim do primeiro semestre de 2014”, informa Sérgio Pereira, diretor do Oi Futuro BH. O edital de ocupação está aberto para projetos inscritos nas leis estaduais e municipais de incentivo à cultura. Informações: www.oifuturo.org.br


Fonte: http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/arte-e-livros/2013/11/06/noticia_arte_e_livros,148195/espaco-oi-futuro-recebe-festivais-simbio-e-eletronika.shtml


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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Músicas, Shows e Eventos · Som Imaginário abre festival no Copacabana Palace, no Rio



Antológico grupo formado por Wagner Tiso faz show em evento que homenageia também o maestro Érlon Chaves


Por um instante, houve um momento em algum dia de 1969 em que um portal se abriu. Sugou todos os homens que estavam na sala e os levou a uma dimensão na qual não havia separações de gênero nem de cor. O jazz e o rock-n’-roll soavam tão irmãos e complementares quanto a música sinfônica e o samba. O instrumental virava vocal quando lhe desse na telha, e nada vinha com nome. Era tudo música. Os cinco cavalheiros que ficaram lá por alguns minutos voltaram descabelados, como se cuspidos do outro universo, e se puseram a tocar algo que o mundo ouviria só com eles. Nem antes nem depois do Som Imaginário, uma viagem de um grupo brasileiro se provaria tão fantástica.

Divulgação
Wagner Tiso

Quarenta anos depois de lançar seu último disco, Matança do Porco, o Som Imaginário reativa a carreira. Fez até agora shows esporádicos, mas a reação da plateia e novos convites levaram seu líder, o pianista Wagner Tiso, a decidir a, além de fazer shows cada vez mais frequentes, gravar um disco com temas inéditos e outros escolhidos de seus três álbuns lançados no início dos anos 70 (Som Imaginário, de 1970, Nova Estrela, de 1971, e Matança do Porco, de 1973). “Pensei que seríamos vistos apenas pelas pessoas de nossa geração. Quando vimos, eles estavam lá, muitos chorando, mas havia também jovens. Deve ser a internet”, Tiso tenta uma explicação. A próxima apresentação será na noite de hoje, quando abre-se um outro portal chamado Copacabana Palace.

O Copa Fest, um festival que o hotel realiza há seis anos, inicia sua edição de 2013 com Tiso e seu Som Imaginário. Seus shows principais acontecem em um salão de festas de 90 anos de idade. As outras noites não serão menores. Amanhã, Tomás Improta homenageia Dorival Caymmi e o trombonista Raul de Souza traz seu quinteto. O sábado fecha a temporada com Max de Castro lembrando o arranjador e compositor Érlon Chaves, um dos maiores ilustres ainda desconhecidos da música brasileira negra dos anos 70.

O Som Imaginário poderia estar em qualquer contexto. Se o festival é para homenagear os velhos, vale pelo peso que teve na formação da identidade de Milton Nascimento – foi para acompanhá-lo que o grupo foi formado. Aliás, foi do show Milton Nascimento, Ah, e o Som Imaginário, de 1969, que o nome surgiu. Se for para apontar para algum lugar do futuro, também vale. O Som é daqueles grupos que saltaram tão longe que a música de hoje ainda não os alcançou. “Fazíamos algo como um jazz sinfônico rock ou um rock sinfônico jazz. A ordem não altera. Só pensávamos em música”, lembra Tiso.

A formação de hoje traz três nomes do grupo original. Além de Tiso, o baterista Robertinho Silva e o guitarrista Tavito. Os outros que se uniram passaram, por algum momento, pelas muitas escalações que marcaram o grupo: Nivaldo Ornelas no sax e flauta, Luiz Alves no baixo e Victor Biglione na guitarra.

A imprensa da época respeitava o jazz progressivo do grupo, mesmo porque ele vinha abençoado por Milton Nascimento, que já era grande. Seus temas saíam, sobretudo nos dois primeiros discos, mais pensos para o lado do rock. O grupo começou a sofrer uma ruptura entre membros com o pé no rock, como o cantor Zé Rodrix e outros que queriam mais o jazz. Em certo momento, Tiso resolveu o problema decretando: “Daqui pra frente, só vamos fazer música instrumental”.

Amigo de Milton desde a saída dos dois de Belo Horizonte para São Paulo, e depois de volta para BH e então de partida para o Rio de Janeiro, Tiso não sabe se Milton bebeu mais na sonoridade do grupo ou se o grupo se moldou às intenções de Milton. “Já sabíamos bem o que queríamos quando ainda estávamos em Belo Horizonte. Cada um colaborou com o outro.” A possível divergência mora no assunto onipresente do meio artístico. Enquanto Milton assina como um dos integrantes do Procure Saber, pela publicação de biografias só com autorização do biografado, Tiso é contra. “O artista batalha a vida toda para ter reconhecimento. E, quando tem, quer restringir (as biografias). Acho que isso tem de ser livre.”



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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Músicas, Shows e Eventos · Teatro a Bordo estaciona em Cruzeiro e Aparecida





No eixo da Via Dutra, o projeto tem patrocínio da CCR NovaDutra por meio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura. (Foto: Divulgação/CCR NovaDutra)

O projeto “Teatro a Bordo” estaciona seu caminhão itinerante nas cidades paulistas de Cruzeiro e Aparecida, nos dias 24 (quinta) e 25 (sexta-feira).

No eixo da Via Dutra, o projeto tem patrocínio da CCR NovaDutra por meio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura . O caminhão oferece atividades gratuitas para todas as idades.

Segundo a atriz Talita Berthi, produtora e idealizadora do projeto, mais de 300 mil pessoas já viram as apresentações do grupo que, desde 2007, percorreu 100 municípios em São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo e Tocantins, com atrações para tocar, ver, sentir e rir.

“Neste ano, o destaque é a homenagem às nossas tradições orais, trazendo histórias e personagens da nossa cultura popular, destacando as imagens e visões de mundo. Se trata de narrativas que circulam por muitas gerações no imaginário das pessoas. São frutos do espírito inventivo do nosso povo, testemunhando usos, costumes, ideias e saberes. Entre eles, contos recolhidos por Câmara Cascudo (O Compadre da Morte e Quirino, o Vaqueiro do Rei).”

O acesso a obras de teatro e atividades lúdicas são os principais objetivos do Teatro a Bordo que, por meio de um equipamento cultural itinerante, propicia programações variadas em espaços diversos, democratizando o acesso à cultura, inclusive nas comunidades mais distantes dos centros.

Além do patrocínio da CCR NovaDutra, por meio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura, o projeto que é uma realização de BERTHI Produção e Arte, conta com parceria comercial com J.Leiva e apoio local das Prefeituras Municipais.


Serviço:

Dia: 24/10 (quinta-feira)

Praça Dr. Antero Neves Arantes – Centro – Cruzeiro

Programação: 14h Oficina Educativa / 15h Teatro Infantil “Embornal de Histórias”

16h Artistas da Cidade / 18h30 Cinema / 19h30 Intervenção Teatral

20h Teatro “Cinderela Brasileira”.

Dia: 25/10 (sexta-feira)

Estação Cultural – Centro – Aparecida

Programação: 13h30 Oficina Educativa / 14h30 Teatro Infantil “Embornal de Histórias”

16h Artistas da Cidade / 18h30 Cinema / 19h30 Intervenção Teatral

20h Teatro “Cinderela Brasileira”




Fonte: http://www.portalr3.com.br/2013/10/teatro-a-bordo-estaciona-em-cruzeiro-e-aparecida/#.UmlM1fmkqDs


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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Músicas, Shows e Eventos · Festival Panorama chega à 22ª edição trazendo mais de dez ações educacionais

O PROGRAMA EDUCATIVO INCLUI LABORATÓRIOS, PROGRAMAS DE ESTÁGIO, DEBATES E ENCONTROS DE PESQUISA

Neste 22ª edição do Festival Panorama, maior evento de dança e artes do corpo do Brasil e um dos mais importantes da América Latina, o público terá acesso a mais de 23 atrações em teatros e centros culturais cariocas, incluindo performances de artistas internacionais. Além de cultura, entretenimento e lazer, o evento aposta em uma série de atividades que buscam o desenvolvimento educacional, sob o selo “Programa Educativo”. Este projeto busca promover a experimentação artística e a reflexão por meio da relação dos diferentes públicos com a arte contemporânea. Preocupado em expandir sua atuação também para a formação profissional e de espectadores, o Festival constrói laços de parceria com o poder público, instituições educativas e culturais, comunidades, ONGs, es¬colas públicas e particulares, univer¬sidades, espaços culturais, museus e programas educativos, sociais e culturais do município e do Estado do Rio de Janeiro, possibilitando entrada franca nos espetáculos.

Na programação 2013, as atividades que estimulam pensamento e crítica, assim como as iniciativas de formação de espectadores, estão presentes em oficinas, seminários, laboratórios, encontros com educadores, exibição de filmes, espetáculos infantis e juvenis. Também faz parte do Educativo do Panorama o investimento no Programa de Voluntariado e de Estágios em parceria com universidades.

Laboratório de Crítica

Nesta edição, o Festival realiza pela segunda vez o “Laboratório de Crítica”. A atividade, produzida em parceria com o Curso de Teoria da Dança do Departamento de Arte Corporal da EEFD-UFRJ, é coordenada pelo professor Sérgio Andrade. O Laboratório tratará de temas como o olhar crítico diante de uma obra de dança, a crítica como dispositivo de tradução e a crítica na mídia.

Programa de Estágios

Em parceria com o Curso de Licenciatura em Dança da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Panorama desenvolve um programa de estágios para estudantes de graduação que desejam atuar como mediadores culturais do Projeto Educativo, facilitando o diálogo entre os diferentes públicos e a programação artística.

Laboratório Universitário

Dando continuidade ao projeto, o LabUni 2013 ocupa o Oi Futuro com três dias de encontros (5 a 7 de novembro) entre pesquisadores e grupos de pesquisa atuantes nas universidades do Rio e do Brasil, e que se dedicam à pesquisa em artes, tendo o corpo e a performance como foco de estudo. O evento é realizado em parceria com o Departamento de Arte Corporal da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Serão aceitas quatro propostas por dia, com uma hora e meia cada para compartilhar sua pesquisa e discutir com o público (composto pelos integrantes dos demais projetos selecionados e pelos inscritos previamente).

Programa de Voluntariado

Desde 2009, o Panorama investe na formação de voluntários como uma oportunidade de inserção de jovens estudantes no mercado de trabalho. O Festival se configura como um ambiente de aprendizagem por meio de um percurso formativo que inclui a vivência no dia a dia do evento em diferentes áreas, além de proporcionar a participação dos voluntários em Oficinas de Gestão e Produção Cultural.

Formação com Professores no MAR

O Programa de Formação com Professores do Museu de Arte do Rio (MAR) convida o professor a trabalhar os conteúdos das exposições e ações desenvolvidas na Escola do Olhar. O objetivo é colaborar com o professor no desenvolvimento de atividades que possam acontecer antes e depois da visita ao museu com os alunos. Em parceria com o Festival Panorama, o Programa de Formação com Professores do MAR oferece o curso Como se guarda o movimento?, que vai explorar a exposição Retrospectiva, de Xavier Le Roy.

Panorama nas Arenas

Este ano, o Festival inicia uma inédita parceria com as Arenas Culturais da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. As Arenas da Pavuna e da Penha vão receber oficinas de dança contemporânea com o coreógrafo africano Marcel Gbeffa, do Benin, e exibição de filmes do acervo da Videoteca Panorama. Serão exibidos filmes do universo do hip-hop e da dança de rua em uma sessão especialmente pensada para os dois espaços.

Ponto de Cultura Espaço Panorama

O Ponto de Cultura Espaço Panorama conecta e potencializa ações contínuas da Associa¬ção Cultural Panorama nascidas dentro do Festival Panorama mas que passaram a ter vida própria. São iniciativas de produção, formação e sensibilização para a dança em projetos de fomento, apoio e disseminação da dança contemporânea em nível nacional e internacional. Suas principais atividades são as oficinas de sensibilização pela dança e as atividades rela-cionadas à Videoteca Panorama. O Ponto de Cultura Espaço Panorama é parte do progra¬ma Cultura Viva, do Ministério da Cultura, conveniado pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro.

Videoteca Panorama

A Videoteca Panorama conta com quase 2 mil títulos de dança, entre registros de es¬petáculos, performances e videodanças. O acervo está aberto ao público desde 2011 e vem recebendo contribuições constantemente. Não possui fins lucrativos e seu objetivo é auxiliar o desenvolvimento do campo artístico da dança, através da ampliação do acesso a registros de obras.

Desde sua inauguração no Ponto de Cultura, a Videoteca já atendeu a centenas de pes¬soas, seja em visitas à sua sede, em projetos de itinerância ou em participações em eventos próprios ou de instituições parceiras. A Videoteca também está presente na replicação de seu acervo nas bibliotecas das faculdades de dança.

Videoteca Panorama na rua

O projeto Videoteca Panorama na Rua! exibe seus títulos a cada primeira quarta-feira do mês. Em plena Rua da Lapa, em frente ao número 213, no Centro do Rio de Janeiro, as exi¬bições divulgam o acervo e os demais projetos da Videoteca, dão visibilidade a profissionais de dança/mídia e apresentam temas ligados à arte da dança. Após cada sessão, ali mesmo na praça, acontece uma conversa com convidados sobre os conteúdos que acabaram de ser exibidos, valorizando a ocupação do espaço público e ampliando o acesso da população do entorno à produção de dança e suas interlocuções. #Vemprarua!

Aulas e oficinas

As oficinas do Ponto de Cultura da Associação Cultural Panorama visam criar um espaço de formação continuada, com atividades relacionadas à prática e à teoria da dança con¬temporânea para um público diverso. As oficinas já passaram por vários bairros – e até por outros municípios do estado. Estiveram em locais como o Presídio Feminino Talavera Bru¬ce, o Hospital Psiquiátrico Nise da Silveira,Vilas Olímpicas e teatros da Zona Norte e Oeste do Rio, pontos de cultura em comunidades de todo o estado. Atualmente, o Ponto de Cultura mantém duas oficinas: aulas de dan¬ça no Hospital Psiquiátrico do IPUB / UFRJ e o projeto Sensibilizando o olhar… Dançando, desenvolvido em quatro escolas municipais da Zona Oeste do Rio de Janei¬ro.

Seminário Documentos - Movimentos

De 29 de outubro a 1º de novembro, há um espaço de reflexão sobre a programação do Panorama 2013. O seminário inaugura a parceria entre o Festival e o Museu de Arte do Rio, MAR, e a Universidade Federal do Rio de Janeiro, através do Departamento de Arte Corporal. Partindo da questão das remontagens e reencenações de vários formatos e abordagens que atravessam a pro¬gramação deste ano, o seminário reúne artistas e teóricos brasileiros e internacionais para discutir esta pratica artística e seu contexto histórico e político. O Panorama 2013 olha para alguns momentos históricos das vanguardas do século 20 e para as possibilidades de pensar o trânsito entre o movimento-corpo e o movimento-social. Xavier Le Roy e Christophe Wavelet, Louis Weaver e Olívia Grandville, André Lepecki, e Bojana Cvejic, são os artistas participantes dos debates.

Sobre o Festival Panorama

Criado pela coreógrafa Lia Rodrigues em 1992, o Festival Panorama nasceu do desejo de se construir um espaço para apresentação e discussão da dança contemporânea no Rio de Janeiro. Ao longo dos seus 21 anos de história, o evento já reuniu mais de 350 companhias nacionais e internacionais, ficando reconhecido como um dos festivais de artes do corpo mais importantes da América Latina.

Sem fins lucrativos, o Panorama se diferencia por possibilitar o acesso democrático ao universo da experimentação artística. Inicialmente centrado na dança, seguiu a própria tendência da dança contemporânea de mesclar linguagens e se tornou um evento multidisciplinar que contempla projetos em que a matéria-prima artística é o corpo e os resultados são surpreendentes. Seu principal objetivo é provar que excelência artística e ingresso popular é uma combinação não só possível, mas também a mais democrática.

Preocupado em expandir sua atuação também para a formação profissional e de público, o Festival constrói laços de parceria com universidades, escolas e organizações no intuito de promover o conhecimento artístico.

Oferecendo palestras e propondo discussões, o Panorama trabalha com a preparação de crianças e jovens para o contato com o conteúdo de experimentação artística. No ano passado, mais de dois mil ingressos distribuídos pelo festival possibilitaram que crianças, adolescentes e adultos – e seus professores – de diferentes contextos sociais tivessem o seu primeiro contato com espetáculos de artes cênicas.

O Festival Panorama tem como diretores Nayse López (diretora geral), Catarina Saraiva (diretora artística e de produção) e Renato Saraiva (diretor executivo), e é realizado pela Associação Cultural Panorama, dirigida por Eduardo Bonito e Nayse López.

Apresentação: Ministério da Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Lei de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro
Incentivo: Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro
Coapresentação: Oi e BNDES
Coapresentação Panorama na Cidade das Artes: Fundação Cidade das Artes
Patrocínio Senior: Petrobras, Funarte
Patrocínio: Caixa, Portugal Telecom
Parceria: Oi Futuro
Apoio: MAR e CCBB


Fonte: http://www.segs.com.br/so-saude-segs/136196--festival-panorama-chega-a-22o-edicao-trazendo-mais-de-dez-acoes-educacionais.html


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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Músicas, Shows e Eventos · Concertos em Ouro Branco percorrem a história da música




Dois duos e um repertório que percorre parte da história da música pelo mundo, em diferentes épocas, estilos e nacionalidades. Assim a série Concertos para Ouro Branco, iniciativa da Casa de Música, tem continuidade no mês de outubro. No dia 20, domingo, às 20h, a Orquestra de Câmara de Ouro Branco apresenta um repertório dedicado ao cinema no Sindicato dos Metalúrgicos de Ouro Branco.



As trilhas sonoras nos fazem lembrar momentos marcantes de filmes. O que seria da famosa cena do chuveiro de Psicose, de Alfred Hitchcock, sem o som dos violinos misturados ao das facadas? Impossível pensar no casal formado por Humphrey Bogart e Ingrid Bergman em Casablanca e não ouvir ao fundo Sam cantando As Time Goes Bye. Sem falar das composições de Enio Morricone, John Willians, Henry Mancini e dos standars do jazz característicos das produções de Woody Allen. Mesmo no século XIX, as películas mudas eram exibidas com acompanhamento de orquestras ou pianos.

E as trilhas que são dos filmes, muitas vezes passam a ser da nossa vida. Por isso, a Casa de Música de Ouro Branco montou o repertório “Viagem à Hollywood”, que reúne músicas de vários sucessos da sétima arte. No programa estão os temas de filmes e desenhos de diferentes tempos.



Com regência de Charles Roussin, os músicos da Orquestra de Câmara de Ouro Branco levam o público a um passeio pelos gêneros: o drama (A Lista de Schindler), a comédia (A Pantera Cor de Rosa), a aventura (Jornada nas Estrelas, De Volta para o Futuro, Piratas do Caribe e Missão Impossível), o romance (Um Linda Mulher e Titanic), além de outros.






Duos Carmo Passos e AlvesFarias



Já no dia 24, quinta-feira, às 20h, no auditório do Hotel Verdes Mares, o público da cidade do interior mineiro tem a chance de apreciar os duos Carmo Passos (formado pelo clarinetista Márcio André Castro Carmo e pelo pianista Hélcio Vaz) e AlvesFarias (Sandra Alves, flautista, e Gustavo Farias, violonista).



Os programas escolhidos trazem obras de períodos diversos da música. O duo Carmo Passos abre o concerto com a Sonata n°2, em Mi Bemol Maior, Op. 120, do compositor alemão Johannes Brahms, uma das mais importantes figuras do romantismo musical europeu do século XIX. Em seguida, tocam Canzonetta, do compositor, organista e regente francês Gabriel Pierné; Luz, do mineiro Edmundo Villani-Côrtes e Fantasiestücke, Op. 43, do dinamarquês Niels Wilhelm Gade, contemporâneo de Robert Schumann e representante das escolas nacionais nórdicas. Já o duo AlvesFarias inicia a apresentação com Sonatina op.205, do italiano Mario Castelnuovo-Tedesco. Na sequência, outra peça de Villani-Côrtes: Cinco Miniaturas Brasileiras. Os dois duos incluíram no repertório obras daquele que transformou a linguagem do tango: o bandoneonista e compositor argentino Astor Piazzolla.





A Casa de Música tem patrocínio da Gerdau (Lei Estadual de Incentivo à Cultura), Milplan, Elba e Sodexo (Lei Rouanet). A entrada dos dois concertos é gratuita.



SERVIÇO




Série Concertos para Ouro Branco

Concerto “Viagem à Hollywood”

Orquestra de Câmara de Ouro Branco

Regência: Charles Roussin

Quando: 20 de outubro

Onde: Sindicato dos Metalúrgicos de Ouro Branco

(avenida Patriótica, 1080 – bairro Siderurgia)

Entrada gratuita



Concerto - Duo Carmo Passos e Duo AlvesFarias

Márcio André do Carmo e Rafael Passos

Sandra Alves e Gustavo Farias

Quando: 24 de outubro, às 20h

Onde: Auditório do Hotel Verdes Mares (r. Santo Antônio, 115 – Ouro Branco)

Entrada gratuita





PROGRAMA




CLARINETA E PIANO

Brahms, Johannes Sonata n°2, em Mi Bemol Maior, Op. 120

I - Allegro Amabile



Pierné, Gabriel Canzonetta



Piazzolla, Astor Oblivion



Villani Cortes, Edmundo Luz



Gade, Niels W. Fantasiestücke, Op. 43

I - Andantino con moto

II - Allegro vivace

III - Ballade – Moderato

IV - Allegro molto vivace



FLAUTA TRANSVERSA E VIOLÃO

Castelnuovo-Tedesco, Mario Sonatina op.205

I – Allegretto grazioso

II – Tempo di Siciliana

III – Scherzo – Rondo







Villani Cortes, Edmundo Cinco Miniaturas Brasileiras

I – Prelúdio

II – Toada

III – Choro

IV – Canção de Ninar

V – Baião





Piazzolla, Astor Histoire Du Tango

I – Bordel 1900

II – Café 1930

III – Night-club 1960

IV – Concert d’aujourd’hu







Orquestra de Câmara de Ouro Branco

Criada em 2001, a Orquestra de Câmara de Ouro Branco é formada por cerca de 20 alunos das oficinas de instrumentos da Casa de Música de Ouro Branco. Desde então, vem realizando diversos concertos em Ouro Branco e nas cidades da Estrada Real, dentro do Projeto Circuito Cultural, com o patrocínio da Gerdau, por meio das Leis Federal e Estadual de Incentivo à Cultura.



Um dos objetivos da Orquestra jovem é valorizar e incentivar a composição contemporânea de música erudita. Em 2005, a Orquestra estreou as primeiras obras comissionadas, escritas pelos compositores Calimério Soares, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Ernani Aguiar, Ronaldo Cadeu e Oiliam Lanna. Em 2007, outras três obras foram estreadas. As obras foram compostas por Rufo Herrera, Avelar Jr. e Nelson Salomé. A Orquestra de Câmara de Ouro Branco tem como regente titular o Maestro Charles Roussin.





Duo Carmo Passos

O duo de clarineta e piano é composto por Márcio André Castro Carmo, clarineta, e Rafael Passos Silva, piano. O duo foi formado no ano de 2012 com o intuito de explorar as especificidades dessa formação e desenvolver o vasto repertório de música de câmara para esses instrumentos, incluindo o repertório erudito brasileiro. Nesse mesmo ano foi um dos vencedores do concurso da Série de Concertos “Sexta Musical”, promovido pela Sociedade de Concertos Sinfônicos de São João del-Rei, e da “Terça no Solar”, pelo Concurso Música XXI. Recentemente foi um dos vencedores do Concurso Segunda Musical 2013, da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.



Duo AlvesFarias

Sandra Alves iniciou seus estudos musicais aos 9 anos de idade. É mestre em Música, especialista em Educação Musical e graduada em Flauta transversal pela UFMG. Ocupa a vaga de 1ª flauta da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, atua como professora de flauta transversal em Ouro Branco e Belo Horizonte e desenvolve intensa atividade camerística em diversas formações.



Gustavo Farias iniciou seus estudos de violão em 2001 com o Maestro Charles Roussin. Participou de festivais e master classes com renomados violonistas da atualidade como Eduardo Issac (Argentina), Mario Ulloa (Costa Rica/BRA), Paul Galbraith (Escócia/BRA), José Antonio Escobar (Chile) e Fábio Zanon. Em 2009 conquistou o terceiro lugar no “III Concurso de Violão Eustáquio Grilo” em Brasília, mesmo ano que se tornou bacharel em violão pela UEMG na classe do prof. Celso Faria. Atualmente cursa o mestrado em música pela UFMG, é professor de violão e coordenador cultural e pedagógico da Casa de Música de Ouro Branco.



Série de Concertos para Ouro Branco

A série Concertos para Ouro Branco foi criada em 2004 e tem como principais finalidades a formação de público e a consolidação de um calendário cultural para a cidade de Ouro Branco.



As apresentações são realizadas por músicos e grupos de câmaras reconhecidos no cenário nacional e internacional da música erudita. A intenção é que a série atinja cada vez uma nova parcela da população da cidade, aumentando, assim, a ampliação do acesso à cultura. Por meio dos concertos, o público tem a oportunidade de conhecer as várias possibilidades de formação de grupos de câmara e repertórios da música erudita. Todos os concertos têm entrada gratuita.



Casa de Música de Ouro Branco

A Casa de Música é uma entidade sem fins lucrativos que desenvolve ações na área de ensino e divulgação da música erudita. Criada em 2001 por um grupo de professores e pais de alunos, a entidade tem como principais objetivos promover a difusão e a divulgação do acesso à música, criar alternativas de inserção e incentivar o intercâmbio cultural e a carreira de jovens músicos.
Mais informações: www.casademusica.org


Fonte: http://www.jornalcorreiodacidade.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5060:concertos-em-ouro-branco-percorrem-a-historia-da-musica&catid=38:cultura&Itemid=27


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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Músicas, Shows e Eventos: Música, teatro e shows são atrações de MS neste fim de semana


Música, peça infantil, exposições e festival são opções da agenda cultural para o fim de semana em Mato Grosso do Sul. Shows de blues com Bêbados Habilidosos; sertanejo com a dupla Thiago e Donizeti; reggae com Maskavo; e funk com Mr. Catra também entram na programação de lazer e diversão de Campo Grande.
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CONFIRA A AGENDA DE SHOWS EM MATO GROSSO DO SUL

Polca e Chamamé
Nesta sexta-feira (11), o grupo Los Divinos leva o projeto “Polca y Chamamé” para Coxim, a 243 km de Campo Grande. A apresentação será na Praia do Michel, às 20h (de MS), e a entrada é franca.

O grupo Los Divinos é formado pelo harpista Gerardo Ortiz, pelo violonista Carlos Alberto Duarte e pelo saxofonista e flautista Ricardo Lauro. A iniciativa tem o objetivo de difundir a música paraguaia no interior de Mato Grosso do Sul e propiciar às comunidades o contato com melodias em espanhol e em guarani, as línguas oficiais do país vizinho.
Exposição Human Bodies - Maravilhas do Corpo
Humano (Foto: Paulo Paiva/Divulgação)

Exposições

Human Bodies
Um acervo composto por nove corpos humanos verdadeiros está em exposição no Shopping Campo Grande. Segundo a organização, a mostra tem mais de 100 órgãos, que foram preservados pelo processo conhecido como plastinação. A exposição internacional está acessível ao público no primeiro piso do centro comercial.

O horário de funcionamento é de segunda a sábado, das 14h às 21h, e no domingo, das 12h às 19h. Os ingressos custam R$ 20 (meia-entrada) durante a semana, enquanto, no sábado e domingo, custam R$ 25 (meia).

Serviço: Mais informações pelo telefone 3326-0105.

Museu Egípcio
Com classificação livre, a exposição conta com acervo de mais 200 peças, espetáculo de som e luzes com a história dos faraós, bazar egípcio com peças importadas e essências e réplicas de artefatos sagrados. O Museu Egípicio está no Shopping Norte Sul Plaza, em Campo Grande. Os ingressos custam R$10 e para grupos acima de 15 pessoas custam R$ 8.

Mostra de Artes
A exposição “ O valor do amanhã, no mundo o trabalho” conta com 50 telas pintadas à mão pelos alunos da rede estadual de ensino que participam do projeto Jovem de Futuro. As obras de arte estão expostas nos corredores do Shopping Norte Sul Plaza. A entrada é gratuita.

Serviço: Segundo a assessoria de imprensa, o Shopping Norte Sul Plaza atenderá a população no feriado em horário normal, das 10h e às 22h.

Teatro
O Grupo Teatral Unicórnio apresenta, nesta sexta-feira (11), a peça infantil "A Roupa Nova do Imperador", às 17 horas, no Teatro Aracy Balabanian, em Campo Grande. O espetáculo tem duração de 50 minutos.

A comédia é baseado no texto do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, autor de inúmeros contos infanto-juvenis, traduzido por todo o mundo. O espetáculo trata de assuntos atuais, utiliza cantigas de roda e músicas clássicas, além de cenários virtuais e cenas interativas.

Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Pagam metade do valor crianças até 12 anos, estudantes, professores, doadores de sangue e idosos.

Festival
No feriado será realizada a 1ª edição do Festival Sertanejo em Bonito, a 300 km de Campo Grande. As apresentações estão marcadas para as 23h e serão realizadas na praça da cidade.

Na sexta-feira (11), o cantor Loubet se apresenta no festival. Os ingressos variam de R$ 60 a R$ 80 para o camarote e de R$ 20 a R$ 40 para a pista. Já no sábado (12) é a vez da dupla Henrique e Diego subir ao palco. Os ingressos variam de R$ 110 a R$ 150 para o camarote, e de R$ 35 a R$ 70 para a pista.

Os ingressos estão sendo vendidos nas cidades de Bonito, Jardim, Aquidauana, Dourados, Sidrolândia e Campo Grande.

Shows
Bêbados Habilidosos
(Foto: Victor Morelo/ Divulgação)

Blues
A banda de blues de Mato Grosso do SulBêbados Habilidosos sobe ao palco no sábado (12), em Campo Grande.

No repertório, grandes clássicos para relembrar os 22 anos de história do grupo, além de músicas novas, que estarão no novo CD de trabalho.

A renda de convites vendidos para o evento será revertida para a prensagem do disco "Vida Dura".
Thiago e Donizeti
(Foto: Neto Fernandes/Divulgação)

Sertanejo
A dupla Thiago e Donizeti é a atração principal da festa intitulada “Noite das Renatinhas”, realizada no sábado (12), em Campo Grande. O nome do evento faz referência a uma das canções do repertório dos músicos, a “Tá Louca Renatinha?”.

Além dela, as composições “Delírio”, “Vai a Pé” e “Agora Chega” também são sucessos dos cantores. O evento terá também a participação das duplas Marco & Hebert e Indio & Half.
Maskavo (Foto: Luciano Hauschild/Divulgação)

Reggae
A banda de reggae Maskavo será a atração do Move on the Rocks no sábado (12), em Campo Grande.

Com estilo dançante e letras poéticas sobre amor, paz, positividade e natureza, o trio de cantores tem oito álbuns, um DVD e seis clipes no currículo.

Serviço: Mais informações pelo telefone 3321-2468.
Mr. Catra (Foto: Érico Andrade / G1)

Funk
Mr. Catra se apresenta no domingo (13), no Miça Bar e Restaurante, em Campo Grande.

Com sete discos de estúdio lançados e mais de 20 hits no mundo do funk, o cantor passou por países como Suécia, Suíça, Inglaterra, Dinamarca, Alemanha, Polônia, Israel, Noruega, Holanda, Rússia, Espanha, Franca e Bélgica. Também se apresentam na festa os grupos de pagode Samba 10, Engenharia do Samba e Toke Sutil.

Para mais informações, acesse a Agenda de Shows de Mato Grosso do Sul.



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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Músicas, Shows e Eventos: Felipe Cordeiro é atração desta terça (8) do Terra Live Music

Felipe CordeiroFoto: Divulgação




Depois do empolgante retorno do Terra Live Music Especial Natura Musical com Siba, o programa do portal Terra tem Felipe Cordeiro como convidado nesta terça-feira (6), ao vivo, às 16h. Durante o mês de outubro, quatro atrações passarão pelo palco para um papo com os internautas e também para apresentarem versões exclusivas de seu sucessos.



Vindo de uma família de músicos - seus quatro tios paternos são instrumentistas -, Felipe Cordeiro nasceu cercado pela música, pricipalmente pela influência de seu pai, o produtor Manoel Cordeiro. Na Escola de Música da Universidade Federal do Pará (EMUFPA) estudou piano desde os onze anos de idade. Aos quinze, começou a mostrar suas primeiras composições. Dali em diante, não parou mais e mais lançou o álbum Banquete, com vários intérpretes e arranjadores.



Em paralelo, seu interesse pelo teatro fez com que quisesse cada vez mais investir na interpretação de suas canções.



Com Kitsch Pop Cult, primeiro disco como cantor/músico/compositor, Felipe Cordeiro ganhou exposição nacional com suas inovações, reflexões e ausência de barreiras para experimentar sonoridades.



No Terra Live Music, o compositor mostra sua carreira e algumas canções de Se Apaixone pela Loucura do seu Amor, seu novo álbum.



Confira a programação do Terra Live Music:



01/10: Siba - clique aqui e veja como foi
08/10: Felipe Cordeiro & Luê
15/10: Arnaldo Antunes
22/10: Marcelo Jeneci

Fonte: http://musica.terra.com.br/terra-live-music/felipe-cordeiro-e-atracao-desta-terca-8-do-terra-live-music,257673ee9a291410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html


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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Músicas, Shows e Eventos: Semana festiva com a XX Bienal de Música Brasileira


Semana festiva com realização da XX Bienal de MúsicaBrasileira Contemporânea no Rio de Janeiro com muitos compositores presentes,a criação brasileira mostra as mais variadas vertentes,segmentos e linguagens. Orquestras da cidade todas no palco,série de música de câmara com seus concertos diários e a estréia de um lindo musical infantil. As informações estão todas na coluna,é só escolher e tenham bons concertos. Lembrando, é só clicar a foto eouvir o melhor da música clássica.

BIENAL – A cidade está em clima de música contemporânea com a chegada da XX Bienal de Música Brasileira Contemporânea,realizada pela Fundação Nacional de Artes,FUNARTE,e tão bem coordenada pelo musicólogo Flávio Silva, que também é membro da Academia Brasileira de Música. O evento foi criado prlo compositor Edino Krieger e pela pianista Myrian Dauelsberg com o objetivo de relembrar os então extintos Festivais de Música da Guanabara,eventos que marcaram os anos de 1969 e 1970 e que lançaram alguns compositores brasileiros,hoje célebres no cenário internacional da música contemporânea. Todos os concertos são realizados no Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música da UFRJ,com excetuando o encerramento que será no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A coluna informa a programação completa dos compositores e das criações com estréia mundial. Os asteriscos mostram:

*encomendadas pela Funarte em 2012

** vencedoras do Prêmio Funarte de Composição Clássica 2012

Dia 4 de outubro de 2013 – sexta-feira às 19h - Escola de Música

Denise Garcia - Tríplice andar *

Kontakte Duo - Nath Calan,vibrafone

Fernando Chaib,marimba

Breviário das narrativas absurdas **

Katia Baloussier, piano Leo Souza ,vibrafone

Leonardo de Assis Nunes - À sombra de uma idéia **

Maria Carolina Cavalcanti, flauta Luciano Correa ,violoncelo Philip Doyle, trompa Katia Baloussier , piano Ana Leticia, vibrafone

Armando Lobo - Pernambukalos **

Gabriela Geluda, soprano Maria Carolina Cavalcanti, flauta Paulo Passos, clarineta Thomaz Soares, violino

Luciano Corrêa, violoncelo Tatiana Dumas, piano Thiago Calderano, vibrafone Luiz Gustavo Brinholi ,regente

Mauricio Dottori - Où sont les gracieux galants **

Maria Carolina Cavalcanti, flauta Paulo Passos, clarineta José Ricardo Taboada, viola Maico Lopes, trompete Katia Baloussier , piano Thiago Calderano, marimba

Marcos Nogueira - Teorema do macaco infinito *

Alexandre Rachid, órgão Daniel Serale, percussão

Mauricio De Bonis - 3 perguntas para flauta, trompa e percussão **

Andrea Ernst Dias, flauta Philip Doyle, trompa Rodrigo Foti e Paraguassu Abrahao,percussões

Daniel Moreira - Fantasia para sax, trompete e percussão **

Pedro Bittencourt, sax alto Maico Lopes, trompete Léo Souza e Rodrigo Foti, percussões

Eduardo Guimaraes Álvares - (in memorian) Passagens pelo telefone & outras estórias *

I – Entre Denges e Denezy… (Paisagens rítmicas); II – A vida tumulto-amorosa de Andrisdalva Perruchette; III – Tetralogia Anamita; IV – O automobilista infundioso Paulo Passos, clarineta Luciano Correa, violoncelo Eliezer Rodrigues, tuba Katia Baloussier, pianoDaniel Serale, percussão Daniel Serale, coordenadores

Dia 5 de outubro de 2013 – sábado às 19h – Escola de Música

Fernando Cerqueira - Reiterações concertantes *

Cristiano Alves, clarineta Renato Axelrud, flauta José Francisco Gonçalves, oboé Paulo de Andrade, fagote Daniel Soares, trompa Lino Hoffmann, tímpano André Frias, Paulo Marcio Vaz e Tiago Calderano, percussões Catherine Henriques, piano

Wellington Gomes - Relevos do Rio *

Renato Axelrud, flauta Marco dos Passos Jr., clarineta Rafael Costa e Lourenço Vasconcelos, percussões Catherine Henriques, piano Pablo de Leon violinoviola Bernardo Fantini, viola Fernando Bru, violoncelo Alexandre Brasil, contrabaixo

Marlos Nobre - Nonetto *

Grupo Cron:

Pauxy Gentil-Nunes, flauta Marcos Passos, clarineta Tais Soares, violino Josué Soares,trompa Claudio Alves, contrabaixo Daniel Serale, tímpanos Rafaela Calvet e Pedro Moita,percussões Marcos Nogueira, regente Marcos Nogueira e Yahn Wagner, direção musical

Marisa Rezende - Trama *

Fabio Presgrave, violoncelo

Pauxy Gentil-Nunes - Átimo *

Marina Spoladore, piano

Ricardo Tacuchian - Pintura rupestre * Orquestra Sinfônica Brasileira – Ópera & Repertório Luiz Gustavo Petri, regente

Dia 6 de outubro de 2013 – domingo às 17h – Theatro Municipal

Roberto Victorio - Tetragrammaton III *

Germán Gras - Vem molhar os pés à lua **

Pedro Augusto Dias - Movimento concertante I **clarineta Paulo Sérgio Santos

Mario Ficarelli - Parasinfonia *

Guilherme Bauer - Blocos sinfônicos *

Ronaldo Miranda - Jogos *

Antonio Del Claro, violoncelo

Orquestra Petrobras Sinfônica Roberto Duarte, regente

Ingressos a R$ 2, no local dos concertos e informações: 2240-1391

OSB- A Orquestra Sinfônica Brasileira apresenta o terceiro concerto da Série Turmalina, no próximo dia 5, às 16h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, como solista a pianista norte-americana Simone Dinnerstein e regência de Leandro Carvalho. No programaCauchemar, do compositor brasileiro Francisco Braga, o Concerto para Piano n°2 em Si bemol Maior, op.19, de Beethoven, Khovantchina: Introdução e Danças das Donzelas Persas, de Mussorgsky, e o Concerto para Piano em Sol, de Ravel.Ingressos no local e maiores informações: 2332-9005 e 2332-9191.

CELLO – Mais uma estrela na constelação dos violoncelistas brasileiros,o pernambucano,Felix Borges brilhou em concertos pelo país.O violoncelista que nasceu em Recife, em uma família de músicos é filho do compositor Dadá Malheiros, e reside há dez anos nos Estados Unidos, onde é Mestre em Violoncelo pela University of Louisville. Vencedor do Prêmio de Melhor Solista desta Universidade em 2011, acabou de ser solista em terras americanas e brasileiras das Variações Rococó e do Concerto de Dvorak. A coluna deseja uma brilhante carreira.

MÚSICA NO MUSEU – Hoje às 12h30,no Museu Nacional de Belas Artes,recital da pianista Miriam Grosman com obras de Scarlatti, Schubert, Ricardo Tacuchian e Ernesto Nazareth. Dia 4,às 12h30,no Centro Cultural Light, soprano Anne Meyer e Fernanda Maciel e Luiza Lacerda – violões. No programa obras de Villa-Lobos. Dia 5,às 16h,no Clube Hebraica,recital do pianista Eduardo Torres, com obras de Haydn, Rachmaninov,Debussy, Ernesto Nazareth, Francisco Mignone e Manuel de Fala. Dia 6,às 16h no Clube Hebraica, apresentação do Grupo TUTTI tocando Dvorak e Henrique Oswald. Dia 7,às 12h30, na Biblioteca Nacional,recital do cravista Claudio Barduco, com obras de Johann Adam Reincken,Jan Pieterszoon Sweelinck, Bernardo Storace, Henry Purcell, Quirinus van Blankenburg, Johann Sebastian Bach e Jean-Philippe Rameau. Dia 8,às 12h30,no Centro Cultural Justiça do Trabalho,violonista Lucas Diniz, dedilhando um programa J.S Bach, Francisco Tarrega e Niccolo Paganini.

Dia 9,às 12h30,no Museu da República,recital do barítono Anisio Lemos da soprano Gelma Lopes, e do pianista Claudio Vetori,apresentando Músicas do do Brasil: ontem, hoje e sempre. A entrada é franca para todos os concertos da série.


Fonte: http://www.jb.com.br/sol-maior/noticias/2013/10/03/agenda-semana-festiva-com-a-xx-bienal-de-musica-brasileira/



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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Músicas, Shows e Eventos: Sucesso da Virada Cultural de BH





















Virada Cultural de BH cumpre a promessa de levar 200 mil pessoas às ruas em 24 horas
Primeira edição do evento na capital mineira ocupou vias e praças da cidade com programação que privilegiou os artistas mineiros e eventos gratuitos
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Sérgio Rodrigo Reis - EM CulturaCarlos Herculano Lopes




Praça da Estação ficou lotada durante a apresentação de artistas como Elba Ramalho e Pato Fu
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Virada Cultural de BH

Carrinhos de rolimã tomam conta da Avenida João Pinheiro durante a Virada Cultural
Virada Cultural traz 24 horas de programação artística a Belo Horizonte
Saiba como foram as primeiras horas da Virada Cultural de BH e programe-se para curtir as atrações deste domingoA 1ª Virada Cultural de Belo Horizonte, que começou na tarde de sábado, 14, e ganhou todas as regiões da capital por 24 horas, conseguiu cumprir o prometido: levar cerca de 200 mil pessoas às ruas para celebrar a arte, a diversão e a convivência pacífica de todas as tribos. E, o que é melhor, com as praças onde ocorreram os shows e performances abertas, sem as grades e ou catracas que nos últimos quatro anos faziam parte da estrutura dos eventos e vinham incomodando parte da população.

Veja fotos das atrações na Virada Cultural de BH

A Virada Cultural mineira chegou com um diferencial em relação ao evento paulista, principal fonte de inspiração. Em vez de contar com atrações nacionais conhecidas, a opção foi por um elenco basicamente local, com poucas exceções, como as cantoras Elba Ramalho e Elza Soares e o grupo Demônios da Garoa. O público gostou. "Ficamos cara a cara com nossos criadores. Foi uma opção muito boa. A população de toda metrópole carece de espaços para celebrar a cidade e voltar para às ruas. Achei maravilhoso", afirmou o artista plástico Wilson de Avellar.

Logo no início da maratona, abrindo a virada, grupos folclóricos como o Boi de Arena, o Trovão de Minas e o Maracatu Lua Nova se apresentaram no Parque Municipal, com suas roupas coloridas, muita dança, rufar de tambores e coreografias típicas. Para André Salles, coordenador do Lua Nova, fundado em 2002 e que conta com 50 integrantes, a virada foi muito importante. "Deu visibilidade à cidade e, para nós, foi oportunidade de mostrar o trabalho", disse.

Apresentações como a de Alexandre Andrés com Joana Queiroz despertaram atenção do público no Parque Municipal, no Centro da capitalEm paralelo aos grupos folclóricos, também no parque, num palco montado em frente ao Teatro Francisco Nunes, a programação musical ficou a cargo de Alexandre Andrés e Cid Ornelas. À medida que a noite avançava, crescia também o entusiasmo do público que, mais tarde, encheu totalmente a passarela em frente ao Chico Nunes, para assistir aos shows de Juarez Moreira, Célio Balona e Chico Amaral. Ainda na região do parque, próximo ao Palácio das Artes, dominava a música eletrônica. Cerveja gelada e lanches eram vendidos nas barracas.

O fim da tarde de sábado também movimentou a Praça da Estação, que vibrou com a apresentação do Pato Fu, que atraiu público eclético, ao qual não faltavam crianças. A banda mineira se apresentou antes do show de Elba Ramalho com a Orquestra Sinfônica Arte Viva, regida pelo maestro Amilson Godoy. Nem o atraso, devido a problemas com o som, desanimou a plateia, que seguiu o comando da cantora paraibana, dançando sem parar noite adentro. Com muita energia, Elba fez apresentação emocionada, dedicada ao sanfoneiro e amigo Dominguinhos, que morreu em julho.

No Mercado das Borboletas, show de Elza Soares com Otto teve entrada concorridaAntropofagia
Animação também não faltou na Praça Sete, ao lado do Cine Theatro Brasil, na Rua Carijós, que se encheu para assistir aos shows da Banda Forró no Escuro, Celinha Braga e as Rainhas do Rádio, Lorena Chaves e Tino Gomes. Em seguida, o público acompanhou a exibição em telão ao ar livre dos filmes Cinema Paradiso, Tostão, a fera de ouro e do curta Mulheres incomuns. Para acompanhar, os espectadores podiam ainda degustar um autêntico tropeiro, vendido a R$ 5 o prato. Ali por perto, o vendedor de pipocas Flávio Sebastião da Silva, o conhecido Sucuri, aproveitava para incrementar as vendas em seu ponto habitual. "Aqui hoje está muito bom, só tem coisa fina", disse.

"Cheguei ontem de Varginha sem saber que tinha a virada. Vim para fazer estátua viva e vender flores. Participar foi o melhor presente em termos culturais que ganhei em minha vida." (Francisco da Silva, o palhaço Break)O show de Elza Soares foi capítulo especial da Virada Cultural, no Mercado das Borboletas. A artista cantaria apenas duas músicas com Otto. Mas empolgou-se tanto com a dobradinha que emendou uma canção atrás do outra. O público, que lotou o espaço e fez filas de dar voltas no quarteirão, adorou o que viu. O proprietário, Tarcísius Ribeiro, que há três anos e meio cuida do espaço, estava emocionado. "Isso aqui é um megashow de improviso. Só acontece num lugar maluco como este. É como um Movimento da Antropofagia nº 5", comparou.

Revirada
A MC Negra Lud elogiou a experiência da virada. "Foi a coisa mais importante que aconteceu na cidade nos últimos tempos. Ocupar BH com cultura é o melhor meio de sair às ruas." Mesmo não tendo sido selecionada para a programação oficial, que contou com cerca de 400 atrações, não quis ficar fora da festa. Organizou com outros artistas a Revirada Cultural, que ocupou o Viaduto Santa Tereza, do lado oposto em que ocorria a programação oficial. "Não fizemos para detonar, mas para mostrar que, independentemente dos governos, também fazemos cultura."

O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), foi conferir de perto o evento promovido pela PBH por meio da Fundação Municipal de Cultura. "A Virada Cultural é uma conquista da capital. Ver a população nas ruas, nas praças, convivendo e curtindo é muito bom, pois humaniza a cidade. Este encontro é uma forma de sairmos da vida robotizada que o trabalho, o trânsito e os compromissos nos impõem", disse. "A gente que vive cheio de notícias ruins, devemos pegar este lado positivo para festejar", concluiu.

"Estou achando um programa maravilhoso, sobretudo por estar ocupando os espaços públicos de forma gratuita e tudo em paz." (Marília Bandeira Peixoto, estudante de direito)Atrasos na manhã
Depois do agito da noite de sábado, a manhã de domingo da Virada Cultural começou sonolenta. O palco dedicado às artes cênicas, na Praça Afonso Arinos, ficou praticamente vazio para a apresentação do Teatro Negro e Atitude. Marcada para às 9h, a peça começou meia hora depois e, mesmo assim, com a maior parte das cadeiras vazias. Na Savassi, a apresentação do Grupo Giramundo também sofreu atrasos, por causa da sujeira do local. O lixo da noite anterior ficou amontoado no chão, já que as lixeiras não comportaram o movimento. As atrações previstas para a manhã de domingo só começaram depois que do trabalho do serviço de limpeza.

"Uma iniciativa assim estimula a população a ocupar os espaços públicos de maneira saudável. Espero que eventos como este continuem a rolar em BH." (Gusthavo Santana, estudante de letras)

"Belo Horizonte, que tem uma produção cultural tão intensa, se enriquece ainda mais com um acontecimento desse porte." (Luiz Hippert Soares, produtor Cultural)

"Estou mal informado sobre eventos. Fui ao show do Uakti e resolvi vir caminhando pela cidade. Estou deixando as atrações me levarem." (Felipe Gontijo, administrador)

* Colaborou Carolina Braga.


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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Musicas, Shows e Eventos: Festeja em Ipatinga reúne 5 shows em um único dia em sua 2ª edição



Shows acontecem nesta quarta-feira, véspera de feriado na cidade.
Fernando e Sorocaba, Cristiano Araújo e Luan Santana se apresentam.


Cristiano Araújo na primeira edição do Festeja 2012, em Ipatinga (Foto: Divulgação / Assessoria de imprensa do evento)

Depois do sucesso da primeira edição do Festeja em Ipatinga, o evento está de volta no Vale do Aço. O Festival acontece nesta quarta-feira (14) (véspera de feriado em Ipatinga), na Usipa. A programação promete muitas horas de música e uma superprodução com Fernando e Sorocaba, Cristiano Araújo, Luan Santana, Zé Ricardo e Thiago, e Pedro Paulo e Alex.

O projeto já percorreu o Brasil e virou um CD com as melhores apresentações do evento. A festa no Vale do Aço promete mais de 10 horas de música e, se depender do público, só deve terminar com o raiar do dia. Entre os meses de junho e agosto, o Festeja irá passar por Anápolis, Ipatinga, Contagem e Divinópolis. “O Festeja é uma forma de alcançarmos o público que está fora do eixo das grandes produções das capitais”, diz o produtor executivo do evento, Wellington Melo.

A cada edição a marca insere o nome da cidade sede. “Em junho de 2012 lançamos o projeto piloto em Ipatinga. O resultado não poderia ser diferente: sucesso absoluto. Este ano, temos o prazer de retornar ao Vale do Aço, onde foi dado o pontapé inicial, com uma bagagem amadurecida deste evento que está se tornando o maior festival de música sertaneja do país. O Festeja percorreu o Espírito Santo, Recife e Minas Gerais”, explica ainda o produtor.

Para este ano a organização do evento espera que cerca de 4.500 mil pessoas, expectativa baseada no sucesso da primeira edição no Vale do Aço. Segundo informações da assessoria de imprensa do evento, toda prestação de serviço para realização dos shows estão sendo tercerizadas na região.

“Vamos utilizar 80% do setor hoteleiro de Ipatinga, Fabriciano e Timóteo, visto que são cinco shows em apenas um dia, e cada grupo dos artistas tem em média 35 integrantes. Vamos precisar também de transportes, Buffet, sonorização e também mão de obra humana como graçons, segurança e camareiras. Vamos movimentar bem a economia local”, destaca a assessoria.

Expectativas

O estudante Lucas Silva esteve presente na primeira edição do Festeja, em 2012, e aprovou a ideia de reunir vários artistas da música sertaneja, em apenas um dia de festa. Para o estudante, este estilo de evento lembra bastante os festivais country existes nas grandes capitais.

“O quente nos dias de hoje são as músicas sertanejas universitárias. E infelizmente nossa região é carente deste tipo de evento. Mas o Festeja chegou para acabar com isto, e acredito que este será um evento tradicional. A edição do ano passado foi muito boa. Estou na expecativa que em 2013 será ainda melhor”, diz Lucas.

Festa

Festeja significa a junção das palavras Festa + Sertaneja. Com conceito inovador, o evento acontece no formato de festival em uma única noite. As quatro atrações passam pelo palco principal com show completo e ao vivo.

O resumo das melhores apresentações de cada edição resultou no CD “Festeja”. Este mês a Som Livre lançou a pré-venda pelo site. O cd com 22 faixas reúne grandes sucessos como “Você Não Sai de Mim”- Luan Santana, “Sinal Disfarçado” – Zé Ricardo e Thiago, “Efeitos” –Cristiano Araújo, “Livre” – Fernando e Sorocaba e outros 18 hits.


Serviço

Formatado nas categorias pista, Camarote Oficial e Camarote Open contando com ampla praça de alimentação compõem o layout da festa.

Os camarotes serão montados em duas estruturas independentes. Alternativa bem sugestiva é o Camarote Open. Incluso vodka, Bacardi Big Apple, cerveja, refrigerante e água, promete ser o metro quadrado mais concorrido do evento. O camarote é limitado e para maiores de 18 anos.

Atrações: Fernando e sorocaba, Cristiano Araújo, Luan Santana, Zé Ricardo e Thiago e Pedro Paulo e Alex.

Local: Usipa Av. João Cláudio Teixeira de Sales, nº 801 - Bairro Horto - Ipatinga/MG
Horário: 22h

Vendas: Lojas Express (em todo Vale do Aço), Peixe e Cia e AG Basic Store (Bom Retiro e Ideal).

fonte: http://g1.globo.com/

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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Musicas, Shows e Eventos: Arcos terá apresentação musical e show com comediante no final de semana


Apresentações abrem Semana de Cultura e acontecerão na Praça Floriano Peixoto com entrada gratuita.


No dia próximo sábado, 10, o Música na Praça, recebe o músico Pereira da Viola. O evento é uma realização da Veredas Produções, com o patrocínio da empresa Tecnocal, e apoio da Secretária Municipal de Cultura. Na terceira edição do projeto no município, o cantor compositor e violeiro apresentará composições autorais e canções do rico acervo das tradições populares mineiras, na Praça Floriano Peixoto, às 21 horas.

No domingo, 11, o show do humorista Pedro Bismarck, o Nerso da Capitinga, se apresentará também na Praça Floriano Peixoto, a partir das 20h30. O evento é um presente da Secretaria de Cultura, para a população arcoense, em comemoração ao Dia dos Pais. Os eventos que tem entrada gratuita abrem a Semana de Cultura, realizada em comemoração aos 25 anos da Casa de Cultura.

Semana de Cultura

A partir de segunda-feira, 12, acontecerão na Casa de Cultura oficinas artísticas em comemoração a Semana de Cultura que vai celebrar o aniversário de 25 anos do local. Na próxima quinta-feira, 15, os artistas do Clube da Viola se apresentarão na Praça Floriano Peixoto, e além de música, haverá contação de causos.

Na próximo final de semana, Arcos recebe a primeira edição do FestiArcos, que acontecerá entre 16 e 18 de agosto, na Casa de Cultura. O festival foi idealizado pela Secretaria Municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo (Semcelt), com a finalidade de aprimorar e de desenvolver a cultura musical; incentivar a criação; valorizar os adeptos da música; descobrir novos talentos e aumentar o intercâmbio artístico-cultural, além de manter a tradição dos festivais de música ocorridos no Brasil. A entrada é gratuita, e os músicos disputarão R$ 8.500 em prêmios e troféus.

Email: gracielllepaixao@portalarcos.com.br

fonte: http://www.portalarcos.com.br/

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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Musicas, Shows e Eventos: Final de semana tem música, shows de humor e exposições em Cuiabá



Filme 'A Escolha de Sofia', será exibido gratuitamente às 19h30, na UFMT.
Sonora do Brasil será apresentado no Sesc Arsenal, nos dias 2, 3 e 4.

Orquestra de Mato Grosso faz concertos populares. (Foto: Assessoria)

Filme, espetáculo de música, exposição e shows de humor fazem parte da programação cultural deste final de semana em Cuiabá. Um dos espetáculos de música que serão apresentados é a 'Sonora Brasil', que contará com comunidades quilombolas do Amapá, Bahia, Pará e Rio Grande do Sul. Já a outro espetáculo é com da Orquestra de Mato Grosso e o trio Pescuma Henrique e Claudinho. Eles se apresentam na turnê de concertos populares.

O G1 preparou uma lista com datas, horários, locais, valores e sinopses das apresentações confira:

Filme será exibido no campus da UFMT em Cuiabá.
(Foto: Assessoria)

Cineclube Metrópole
O filme 'A Escolha de Sofia', com direção de Shopie´s Choice, será exibido às 19h30 nesta sexta-feira (2), em Cuiabá, no Cineclube Metrópole, no Auditório da Faculdade de Economia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). A produção tem 150 minutos de duração e classificação indicativa é de 12 anos. A entrada é gratuita.

O filme foi produzido em 1982 nos Estados Unidos. Na história, a personagem Sofia (Streep) é uma polonesa que sobreviveu aos horrores de um campo de concentração nazista, durante a Segunda Guerra Mundial e que tenta reconstruir sua vida nos Estados Unidos.

Ela vive entre o amor inconstante do personagem Nathan (Kevin Kline), que lhe devolve a vontade de viver, e a devoção do amigo Stingo personagem de (Peter MacNicol), mas ainda é atormentada pelo fantasma da escolha que foi obrigada a fazer em Auschwitz, na Polônia.

A UFMT fica na Avenida Fernando Corrêa da Costa, n° 2367, no Bairro Boa Esperança.


Orquestra de Mato Grosso faz série de apresentações no estado. (Foto: Assessoria)

Turnê Orquestra de Mato Grosso e Henrique Pescuma e Claudinho
A turnê dos concertos populares 2013 da Orquestra de Mato Grosso também faz parte da programação cultural deste sábado, em Cuiabá. O espetáculo será apresentado gratuitamente a partir das 20h, na Praça da República. A atração tem participação do trio Pescuma Henrique e Claudinho. O evento também será apresentado nos próximos dias nas cidades de Rondonópolis, Campo Verde, Sapezal, Nova Mutum, Lucas de Rio Verde, Sorriso e Sinop.

Nas apresentações serão exibidos clássicos populares que se tornaram referência do rasqueado mato-grossense, combinando instrumentos eruditos e regionais como a viola de cocho, o mocho e o ganzá. De acordo com a assessoria do evento, as canções exaltam tradições e costumes mato-grossenses baseadas na culinária, festejos, danças regionais e linguajar característico.

A temporada contará também com composições do trio em parceria com importantes nomes da música brasileira. A Orquestra de Mato Grosso, foi criada em 2005 e já realizou concertos populares em quase 150 cidades de 23 estados brasileiros. Outras informações podem ser adquiridas pelo telefone (65) 3027-1824. A Praça da República fica localizada na Rua 13 de junho, centro de Cuiabá , em frente a Catedral.

Exposição 'Batarra' em Cuiabá. (Foto: Reprodução TVCA)

Exposição Batarra
A exposição 'Batarra' está aberta na Casa do Parque, em Cuiabá até o próximo sábado (10). O público pode visitar a exposição de segunda a sábado, no horário das 10h às 22h. As peças de arte fazem parte dos trabalhos dos artistas plásticos Clóvis Irigaray, Elias de Paula e também imagens do fotógrafo José Medeiros e obras literárias de Ana Maria Costa. A entrada é gratuita.

De acordo com a organizadora da exposição, Flávia Salém, o trabalho dos quatro artistas retratam a cultura e a história dos índios. “O índio está presente no brasileiro como um povo ancestral dos mato-grossenses. E por isso, vemos a importância de homenagear a cultura dos índios que acabam por refletir na nossa também”, concluiu.

A Casa do Parque fica localizada na Rua Marechal Severiano de Queiroz, no Bairro Duque de Caxias, em Cuiabá.

Grupo Alabê Ôni (RS) se apresenta no Sonora Brasil, no
Sesc Arsenal. (Foto: Assessoria)

Sonora Brasil
O espetáculo de conjuntos musicais 'Sonora Brasil' será apresentado na sexta-feira (2), sábado (3) e no domingo (4), todos os dias as apresentações será às 20h, no Sesc Arsenal, em Cuiabá. O espetáculo contará com comunidades quilombolas do Amapá, Bahia, Pará e Rio Grande do Sul. De acordo com a assessoria, os grupos irão apresentar músicas que relembram a fatos da vida social, ao trabalho e às crenças religiosas utilizando instrumentos fabricados artesanalmente com as tradições de cada cultura. Na entrada será cobrada a doação de um litro de leite.

Segundo a assessoria na sexta-feira, quem fará a apresentação será o grupo Raízes do Samba de Tocos (BA), que foi organizado há sete anos a partir de laços familiares e amizades entre vizinhos. O grupo representa a tradição do samba de roda baiano, que é liderado pelo mestre Satu. Já no sábado, será o grupo Samba de Cacete da Vacaria (PA), formado por pessoas que mantém relações familiares e de vizinhança, e que participam regularmente de atividades sociais.

E no domingo, será a vez do grupo Alabê Ôni (RS). O grupo é formado por quatro pesquisadores que se dedicam à recuperação da história de um instrumento de tambor grande conhecido como sopapapo.

O Sonora Brasil, é um projeto temático do Sesc de circulação nacional que apresenta programações identificadas com o desenvolvimento histórico da música no Brasil. O Sesc Arsenal, fica localizado na rua 13 de junho, no Bairro Porto, em Cuiabá, nos fundos do Estádio Presidente Eurico Gaspar Dutra, o Dutrinha.


Humor no Mato faz homenagem a cinquentenário da
personagem Mônica. (Foto: Reprodução/TVCA)

5° Humor do Mato
A quinta edição do 'Humor do Mato' será realizado nesta sexta, sábado e domingo, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. No evento, o público poderá conferir exposições artísticas, peças e espetáculo de humor. Os ingressos podem ser adquiridos no Centro de Eventos do Pantanal e também em outros pontos de venda da cidade. O valor da inteira é de R$ 40 e meia R$ 20.

De acordo com a assessoria do evento, a edição faz uma homenagem ao desenhista Maurício de Sousa, que iniciou sua carreira como ilustrador na região de Mogi das Cruzes. Ele é o autor da revista Mônica, lançada em 1970 com 200 mil exemplares. As criações de Maurício de Souza chegam a cerca de 30 países.

A mostra irá retratar o cinquentenário da personagem Mônica, onde serão montados 22 painéis, vitrines com a certidão de nascimento da Mônica, 1ª revista, reprodução da 1ª tira e da 1ª página da revista.

Na exposição, o evento contará com a exposição 'Nesse Mato Tem Quadrinho' com a curadoria de Laura Montes Boaventura e a participação de trabalhos de diversos artistas regionais: Ric Milk, Wander Antunes, Ismael, Fred, Fernando Ordakowski, Brás, Marcão, Nilton, Djamil, Dudu, Julius Ckvalheiyro, Gabriel Mattos, Generino, João Paulo, Ismael Borges, Marco Antônio Raimundo e Temer.

Já nos espetáculos de humor, o público poderá conferir Nico e Lau, Xô Dito e Penélope, Thyago Mourão e Eduardo Butakka, Comadre Piti e Almerinda. E Também o stand up nacional de Diogo Portugal, Fábio Rabin e Santos, por Iran Thieme, no Festival Nacional de Humor Cênico e Gráfico de Mato Grosso.

O Centro de Eventos do Pantanal fica localizado na Avenida Bernardo Antonio de Oliveira, no Jardim Mariana, em Cuiabá.
Obras do artista Nilson Pimenta podem ser conferidas em Cuiabá. (Foto: Valques Rodrigues/Arquivo pessoal)

Pai e filho expõem telas no Museu da Caixa d’Água Velha
Uma exposição com 91 obras dos artistas mato-grossenses Valques Rodrigues e Nilson Pimenta está aberta a visitação no Museu da Caixa D´Agua, em Cuiabá. As pinturas sobre tela e aquarelas sobre o papel podem ser vistas até o dia 31 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

De acordo com o artista Valques, ele o pai dele retratam em telas cenários populares e regionais, mas cada um montando o próprio estilo. “Essa é a primeira vez que iremos expor juntos. E nessa exposição, além dos cenários populares, também buscamos expor cenários religiosos", disse Valques.

O Museu da Caixa d’Água Velha está localizado na Rua Comandante Costa, esquina com a Rua Nossa Senhora de Santana, Centro.


fonte: http://g1.globo.com/

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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Musicas, Shows e Eventos: Rock in Rio se inspira em Grã-Bretanha e Irlanda para rua temática


ROCK IN RIO 2013


Sucesso entre o público em 2011, a Rock Strett será point pela segunda vez consecutiva no Brasil

A BANDA COVER DOS BEATLES (FOTO: ANDERSON BORDE/ AGNEWS)

O Rock in Rio tem mais uma novidade. Além dos diversos palcos que atendem os mais variados adoradores de música, o evento trará de volta a Rock Street, uma rua de 150 m de extensão, inspirada na Grã-Bretanha e na Irlanda. A ideia é que os artistas e o clima façam com que o público viaje pela temática, que traz o bairro londrino Camden Town e a rua irlandesa Grafton Street.

Para Roberto Medina, idealizador do evento, fazer a Rock Street é como voltar ao berço do rock. “Tem todo sentido fazer aqui. Na época da minha juventude, a música se dividia entre osBeatles e os Rolling Stones. Sempre fui Beatles”, comentou ele, durante a tarde desta terça-feira (13).

De acordo com Medina, o governo da Grã-Bretanha o procurou para fazer parte do projeto. “Mesmo que eles não ajudassem, eu faria com o tema Inglaterra”, disse ele, que comentou ainda sobre o papel do Brasil no evento. “O Rock um Rio em outros países leva a cultura brasileira. A marca não está apenas no nome. Está no festival”.

“Cada cuidado, cada jardineira com flor escolhida tem uma razão. As pessoas vão se sentir mais a vontade e vai ser mais do que uma apresentação, vão sentir a experiência”, finalizou o idealizador.
ALEX ELLIS, O EMBAIXADOR DO REINO UNIDO NO BRASIL, E ROBERTA MEDINA (FOTO: ANDERSON BORDE/ AGNEWS)

Alex Ellis, o embaixador do Reino Unido no Brasil, está há pouco tempo no País e afirmou que "é um prazer conhecer a cidade que o seu bisavô nasceu", explicou ele, que já assistiu a duas edições do evento, em Portugal. "A melhor diplomacia é feita com a música".

Durante o evento que anunicou algumas novidades do festival foram realizadas apresentações de mágicas e danças celtas. O grupo All We Need Is Love, que faz cover dos Beatles, deu uma prévia de como serão as apresentações na época do Rock in Rio, que acontece nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro. Eles farão shows em um dos telhados de uma das casas cenográficas que simulam a última apresentação da banda britânica no terraço dos estúdios da Abbey Road.

ROBERTA MEDINA (FOTO: ANDERSON BORDE/ AGNEWS)

Roberta Medina, a vice-presidente executiva, revelou que 80% do trabalho deles já está pronto. “Alguns espaços estão prontos para entregarmos aos parceiros, que instalarão lojas, quiosques etc”. De acordo com ela, a menina dos olhos desta edição, no entanto, não vai ser o palco Mundo, mas o Sunset. “A estrutura pesa 40 toneladas, enquanto a estrutura do palco Mundo pesa apenas cinco”. Além disso, o parque de diversões vai ter uma torre de queda livre de 40 m.
BANDA ALL WE NEED IS LOVE (FOTO: ANDERSON BORDE/ AGNEWS)


fonte: http://revistaquem.globo.com/

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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Musicas, Shows e Eventos: Filmes nacionais participam do Festival Internacional de Cinema de Locarno, na Suíça






A atriz Débora Olivieri em cena de "Educação sentimental", novo longa do diretor Júlio Bressane


Foi anunciada na quarta-feira, 17, a seleção oficial da 66ª edição do Festival Internacional de Cinema de Locarno, que acontece entre os dias 7 e 17 de agosto, na Suíça. O Brasil está representado pelo longa-metragem "Educação sentimental", de Júlio Bressane, e pelo curta "Tremor", de Ricardo Alves Jr.

"Educação sentimental" está entre as 20 produções internacionais que disputam o Leopardo de Ouro, principal prêmio do festival. A Competição Internacional busca apresentar uma expressiva seleção do cinema deautor contemporâneo, programando obras recentes de jovens talentos, ao lado de nomes consagrados, todos em caráter de pré-estreia mundial. "Educação Sentimental" narra a relação entre uma professora solitária na faixa dos 40 anos e um jovem, cuja história muda de rumo a partir de uma revelação inusitada do passado. O filme de Bressane participa do festival com auxílio financeiro, confecção e envio de cópia legendada concedidos pela ANCINE, por meio do Programa de Apoio à Participação de Filmes Brasileiros em Festivais Internacionais.

O curta-metragem "Tremor", programado na seção Leopardos de Amanhã, também recebe apoiofinanceiro da ANCINE. A seção Leopardos de Amanhã é dedicada à exibição de curtas e médias-metragens de realizadores independentes, que ainda não tenham feito seus primeiros longas. Confira a seleção oficial do Festival Internacional de Cinema de Locarno.

ANCINE também apoia documentário brasileiro em festival no Canadá

O documentário "Cidade cinza" participará do Festival Mundial de Cinema de Montréal, no Canadá, que acontece entre os dias 22 de agosto e 2 de setembro, com o apoio da ANCINE. O filme de Marcelo Mesquita e Guilherme Valiengo, que documenta a cena de arte urbana e grafite da cidade de São Paulo, foi contemplado pelo Programa de Apoio à Participação de Filmes Brasileiros em Festivais Internacionais com o envio da cópia e ajuda financeira para sua participação na mostra Documentários do Mundo. O programa contempla obras oficialmente convidadas para 77 mostras e festivais ao redor do mundo com apoios diversos, como parte da política da Agência de divulgação do cinema nacional no exterior.

fonte: http://aquiacontece.com.br/

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terça-feira, 30 de julho de 2013

Musicas, Shows e Eventos: Produções baianas concorrem no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro




Evento acontece de 17 a 24 de setembro e terá exibição de Depois da Chuva e Hereros Angola
Lívia Rangel
(livia.rangel@redebahia.com.br)
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Depois da Chuva e Hereros Angola representam a Bahia no Festival de Brasília 2013


O filme Depois da Chuva, longa ambientado na redemocratização do Brasil, e o documentário Hereros Angola do fotógrafo Sérgio Guerra foram selecionados para 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Um dos mais tradicionais e importantes do país, o festival acontece de 17 a 24 de setembro, contemplando cinco categorias competitivas, com seis filmes cada.

Depois da Chuva
Totalmente produzido em Salvador e ambientado em 1984, quando o país foi às ruas pedindo eleições diretas para presidência da República (Diretas Já), o filme Depois da Chuva foi selecionado na categoria longa-metragem de ficção.

Exibida como “work in progress” nos festivais de Cannes e de Cinema Independente de Buenos Aires (Bafici), a produção dialoga com o momento atual do país, marcado pelos protestos que levaram a população novamente às ruas, em busca de uma participação mais efetiva na vida política. Realizado pela produtora Coisa de Cinema, dirigida por Cláudio Marques e Marília Hughes, o longa traz a atmosfera dos anos 80, com o começo da epidemia da Aids, a força do punk-rock e a ameaça de uma guerra nuclear.

Em fase de pós-produção e iniciando sua carreira em festivais como obra finalizada, o filme terá distribuição da Espaço Filmes, de Adhemar Oliveira, e deve chegar aos cinemas em 2014, quando o movimento Diretas Já completa 30 anos.

Depois da Chuva é o primeiro longa-metragem de Cláudio Marques e Marília Hughes, diretores de seis curtas-metragens que acumulam 39 premiações e 150 participações em mostras e festivais. O projeto foi viabilizado pelo Edital de Baixo Orçamento do Ministério da Cultura (R$ 1,2 milhões) e do governo do Estado da Bahia (R$ 200 mil) e filmado durante cinco semanas entre junho e julho de 2012.

Veja trailer abaixo:



Documentário
Já Hereros Angola, do premiado fotógrafo Sérgio Guerra, é um documentário sobre o grupo étnico do mesmo nome. Habitantes das terras do sudoeste de Angola e provenientes dos povos bantos, os hereros são donos de uma tradição ancestral que é passada oralmente de pais para filhos. O filme mostra o conhecimento vivo destes povos, em constante movimento: do nascimento à morte, atravessando os mais importantes aspectos da ancestralidade, que mantêm essa milenar cultura de pé e que agora ganha novos sentidos através da câmera cinematográfica.

Os planos levam a territórios improváveis da experiência humana, que aos olhos externos podem parecer somente exóticos. Através de um convívio intenso com esses povos, o filme mostra um presente, que não só reflete o passado, mas eterniza uma cultura quase sem registros.

Veja trailer:


VEJA LISTA COMPLETA DE COMPETIDORES:

Mostra competitiva de filmes de longa metragem ficção
1. A Estrada 47 (A Montanha), de Vicente Ferraz, 106min, RJ, 2013
2. Avanti Popolo, de Michael Wahrmann, 72min, SP, 2013
3. Depois da Chuva, de Cláudio Marques e Marília Hughes, 90min, BA, 2013
4. Exilados do Vulcão, de Paula Gaitán, 125min, RJ/MG, 2013
5. Os Pobres Diabos, de Rosemberg Cariry, 98min, CE, 2013
6. Riocorrente, de Paulo Sacramento, 79min, SP, 2013

Mostra competitiva de filmes de longa metragem documentário
1. A Arte do Renascimento - Uma Cinebiografia de Silvio Tendler, de Noilton Nunes, 72min, RJ, 2013
2. Hereros Angola, de Sergio Guerra, 99min, BA, 2013
3. Morro dos Prazeres, de Maria Augusta Ramos, 90min, RJ, 2013
4. O mestre e o Divino, de Tiago Campos, 83min, PE, 2013
5. Outro Sertão, de Adriana J
acobsen e Soraia Vilela, 73min, ES, 2013
6. Plano B, de Getsemane Silva, 84min, DF, 2013

Mostra competitiva de filmes de curta metragem ficção
1. Au Revoir, de Milena Times, 20min, PE, 2013
2. Fernando que Ganhou um Pássaro no Mar, de Felipe Bragança e Helvécio Marins Jr., 20min, RJ, 2013
3. Lição de Esqui, de Leonardo Mouramateus e Samuel Brasileiro, 23min, CE, 2013
4. Sylvia, de Artur Ianckievicz, 17min18, PR, 2013
5. Todos os dias em que sou estrangeiro, de Eduardo Morotó, 20min, RJ, 2013
6. Tremor, de Ricardo Alves Jr., 14min, MG, 2013

Mostra competitiva de filmes de curta metragem documentário
1. A que deve a honra da ilustre visita este simples marquês?, de Rafael Urban e Terence Keller, 25min, PR, 2013
2. Carga Viva, de Débora de Oliveira, 18min, MG, 2013
3. Contos da Maré, de Douglas Soares, 17min35, RJ, 2013
4. Luna e Cinara, de Clara Linhart, 14min, RJ, 2012
5. O canto da Lona, de Thiago Brandimarte Mendonça, 25min, SP, 2013
6. O gigante nunca dorme, de Dácia Ibiapina, 15min, DF, 2013

Mostra competitiva de filmes de curta metragem animação
1. Deixem Diana em Paz, de Julio Cavani, 10min, PE, 2013
2. Ed., de Gabriel Garcia, 13min56, RS, 2013
3. Engole ou Cospervilha?, de Marão, David Mussel, Pedro Eboli, Fernanda Valverde, Jonas Brandão, Giuliana Danza, Gabriel Bitar e Zé Alexandre, 8min, RJ, 2013
4. Faroeste - Um Autêntico Western, de Wesley Rodrigues, 18min25, GO, 2013
5. Quinto Andar, de Marco Nick, 7min40, MG, 2012
6. RYB, de Deco Filho, 4min, DF, 2013


fonte: http://ww.ibahia.com/

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